A vida em si é um jogo de azar, você perde e ganha, você está por cima ou por baixo, mas impossível mesmo é estar bem em todos os quesitos. Olhando superficialmente podemos examinar, por exemplo, no jogo de poker – um jogo de azar – três perfis de jogadores: o comedido, o fanfarrão e meio termo.
Como eu dizia, a vida por si só é um jogo de azar. No amor as coisas acontecem como nas mesas de poker, como vamos apresentar agora:
O comedido não aposta alto, se ele não é um dos blind's e não sai com jogo encaminhado, já cai fora da cena. Esse jogador não costuma levar muitos prêmios para a casa, mas também custa a sair da mesa. Na vida romântica, esse sujeito se esquiva até o último momento, no momento em que estiver na maior baixa, ele aposta e volta a respirar. Não é tipo do cara mulherengo.
O fanfarrão é o oposto. Esse perfil aposta alto e isso o fez falir várias vezes. Com as mulheres, já conquistou beldades, mas já perdeu várias daquelas mulheres feitas para casar.
O meio termo por último faz o papel do ego nas teorias freudianas. Está entre o id e o superego. Esse sujeito é o mais comum de encontrar. Age sempre ponderando as situações, não se preocupa com os estereótipos e, sim, com a melhor saída. É prudente, e isso faz com que ele conquiste mulheres interessantes.
Apostas altas sempre tiveram riscos, mas já trouxeram muitos benefícios.
O Grêmio fez apostas altas no início do ano e se não fosse a venda de Douglas, poderia se tratar de um all-in muito mal executado pela diretoria. O flop está prestes a ser aberto na mesa e o time tem uma dupla de ás na mão.
Vamos ver que tipo de jogar vai ser o da diretoria deste ano. |  | |